Petrolândia Notícias: Polícia Federal deflagra operação contra desvios de recursos da educação na Prefeitura de Petrolina, no Sertão de Pernambuco

CLIMAGEM

CLIMAGEM

TRINDADE MÓVEIS

TRINDADE MÓVEIS

terça-feira, 13 de abril de 2021

Polícia Federal deflagra operação contra desvios de recursos da educação na Prefeitura de Petrolina, no Sertão de Pernambuco


Ao todo, estão sendo cumpridos 33 (trinta e três) mandados de busca e apreensão - FOTO: DIVULGAÇÃO/PF

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta terça-feira (13) uma operação para investigar suspeitos de corrupção, lavagem de dinheiro, fraude em licitação, falsidade ideológica e organização criminosa em  contratações realizadas pela Secretaria de Educação de Petrolina, no Sertão de Pernambuco. Batizada de 'Contrassenso', a ação conta com a atuação de aproximadamente 150 policiais federais e auditores da Controladoria Geral da União (CGU).

Segundo a PF, a apuração inicial aponta irregularidades no fornecimento de kit escolar, entre o final de 2015 e o ano de 2020, com recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Ao todo, estão sendo cumpridos 33 mandados de busca e apreensão em órgãos da Prefeitura de Petrolina, bem como na Região Metropolitana do Recife (RMR) e no Estado de Minas Gerais. As ordens de busca foram autorizadas pela Justiça Federal da cidade sertaneja.

Veja imagens da operação

Ao todo, estão sendo cumpridos 33 (trinta e três) mandados de busca e apreensão - DIVULGAÇÃO/PF

Ao todo, estão sendo cumpridos 33 (trinta e três) mandados de busca e apreensão - DIVULGAÇÃO/PF


Ao todo, estão sendo cumpridos 33 (trinta e três) mandados de busca e apreensão - DIVULGAÇÃO/PF

Ao todo, estão sendo cumpridos 33 (trinta e três) mandados de busca e apreensão - DIVULGAÇÃO/PF

Ao todo, estão sendo cumpridos 33 (trinta e três) mandados de busca e apreensão - DIVULGAÇÃO/PF

Modus operandi

As investigações que deram origem à 'Contrassenso' desvendaram o modus operandi do grupo responsável pelas fraudes. Segundo a PF, era realizado o pagamento de possível propina por meio de transferências bancárias em favor de terceiros, indicados por um dos servidores investigados. Além disso, servidores públicos e os líderes do grupo econômico mantinham frequente contato, principalmente em atos referentes ao pagamento da prefeitura às empresas do grupo.

A CGU realizou auditoria em parte das contratações, apontando evidências dos artifícios utilizados pelo grupo empresarial para burlar os processos licitatórios, em especial o uso de empresas de fachada criadas em nome de laranjas.

Do JC On Line