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quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Bolsonaro chama Collor para evento em Alagoas e diz que senador ‘luta pelo interesse do Brasil’


O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) esteve em Piranhas, no Sertão de Alagoas, nesta quinta-feira (05) para inauguração da obra de ampliação do Sistema de Abastecimento de Água (SAA). O senador Fernando Collor (PROS) também participou do evento.

“Eu fiz um convite e ele aceitou. E com muita satisfação está integrando essa comitiva, o nosso senador Fernando Collor. Também, um homem que luta pelo interesse do Brasil e também, em especial, pelo seu estado”, disse Bolsonaro.

Uma ausência no evento sentida pelo presidente Jair Bolsonaro foi do deputado federal Arthur Lira (PP), que está com Covid-19 e cumpre recomendação médica para o isolamento social.

“Falta uma pessoa também da nossa articulação política na Câmara dos Deputados, que é um alagoano, é o prezado deputado Arthur Lira. Mais do que fazer articulação, é uma pessoa sempre pronta, sempre alerta a trabalhar pelo seu estado. Tenho certeza que na próxima vez, sem a Covid, ele estará presente entre nós”, afirmou o presidente.


Nos últimos meses, Bolsonaro tem se dedicado a construir uma base de apoio no Congresso Nacional. O presidente se aliou a deputados do Centrão da Câmara, bloco informal que envolve diversos partidos, e preencheu cargos no primeiro e segundo escalões do governo com indicações feitas pelo grupo. Bolsonaro também trocou de vice-líderes na Câmara para incluir os novos aliados.


Apesar dos elogios a Collor nesta quinta, Bolsonaro votou pela admissibilidade do pedido de impeachment do então presidente quando era deputado federal. Pouco tempo antes, em um discurso na Câmara, em abril de 1992, Bolsonaro chegou a chamar Collor de mentiroso.

“Aprendi, na caserna, que o Chefe que mente não merece credibilidade. E o Senhor Presidente da República, Chefe do Supremo das Forças Armadas, não deixa de ser um grande mentiroso”, disse na ocasião.

Réu na Lava Jato

O senador Collor é réu pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, acusado de receber mais de R$ 30 milhões em propina por negócios da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras na venda de combustíveis.

Segundo a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), ele pediu e recebeu o dinheiro entre 2010 e 2014 em três negócios envolvendo a subsidiária, que tinha dois diretores indicados pelo senador.

A defesa de Collor afirma que a denúncia não traz provas concretas de que o senador recebeu o dinheiro de propina.

No mês passado, um endereço ligado ao senador em São Paulo foi alvo de mandado de busca e apreensão em uma investigação da PF que apura um esquema em 2014 e 2015 que envolvia o pagamento de propina para a liberação de licenças ambientais no Ibama, no Paraná. Na ocasião, Collor disse que “nada tem a temer”.  

Via PE Notícias

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