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domingo, 13 de setembro de 2020

MP encontra indícios de uso da Igreja Universal para lavagem de dinheiro do ‘QG da Propina’


Nas investigações sobre o “QG da Propina”, o Ministério Público do Rio (MPRJ) diz ter indícios de que a Igreja Universal tenha sido usada para “lavagem de dinheiro fruto da endêmica corrupção instalada na alta cúpula da administração municipal”. Em mensagens apreendidas pelo Ministério Público do Rio, o empresário Rafael Alves, acusado como principal operador financeiro da organização, diz que seria capaz de revelar esquemas de corrupção envolvendo o prefeito Marcelo Crivella e a Igreja Universal. Os detalhes dessas provas foram divulgados pela TV Globo.

O diálogo de Rafael Alves foi com o ex-marqueteiro de Crivella Marcelo Faulhaber. Na troca de mensagens, Alves revela insatisfação com seu espaço no governo e diz que seria capaz de revelar às autoridades esquemas de corrupção e lavagem de dinheiro no governo, com direta participação de Marcelo Crivella, sua família, e a Igreja Universal. Em uma das mensagens, Alves afirma “Se ele mexer na Riotur destruo ele e a igreja”, em referência ao posto do seu irmão, Marcelo Alves, como presidente da Riotur. Depois, em março deste ano, Marcelo acabou deixando o cargo.

Movimentações de R$5,9 bilhões

Além das conversas de Rafael Alves, o MPRJ está analisando bilionárias movimentações financeiras da Igreja Universal acompanhadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão federal. Nas análises, foram encontradas movimentações de R$5,9 bilhões entre abril de 2018 e maio de 2019.

Na investigação, o MPRJ destaca que o dinheiro atípico não é, necessariamente, um crime, mas concluiu que “é verossímil concluir que a entidade religiosa está sendo utilizada como instrumento para lavagem de dinheiro fruto da endêmica corrupção instalada na alta cúpula da administração municipal”. Outro envolvimento com potencial ilícito no governo municipal, que o MPRJ está investigando, é o de Mauro Macedo, primo de Edir Macedo e que foi tesoureiro da campanha de Crivella. Segundo investigadores, ele aliciava empresários para “participar dos mais variados esquemas de corrupção”.

O Globo

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