CLIMAGEM

CLIMAGEM

TRINDADE MÓVEIS

TRINDADE MÓVEIS

JAQUES ATUALZADO

JAQUES ATUALZADO

CHURRASCARIA E HOTEL NILSON

CHURRASCARIA E HOTEL NILSON

CODIGO ADSENSE SITE RÁPIDO

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

"Mas quem só faz porque é obrigado, não é gestor, gestor é quem dá um passo a frente!", declara Vereador Evaldo Nascimento, durante discurso na Câmara sobre a não obrigatoriedade ao transporte universitário no município


O primeiro secretário da Câmara Evaldo Nascimento (PSD) também conhecido como professor Evaldo, em seu discurso no Plenário Ver. Pedro Cavalcante da Silva, em Sessão Ordinária realizada no último dia 12 na Câmara Municipal de Petrolândia, entre outros assuntos, iniciou seu discurso falando sobre a importância do pagamento dos 40% de insalubridade aos profissionais da saúde que estão na linha de frente no combate ao Covid-19.


Para Evaldo, o município de Petrolândia paga apenas o mínimo de insalubridade de 10% mas deveria pagar o máximo de 40%, pois o risco da atual pandemia também é máximo: “O nosso município paga a insalubridade no mínimo que é dez por cento e a gente tá solicitando o máximo que é quarenta por cento. Porque solicitar o máximo? Porque a questão hoje é de risco máximo! Nunca teve, talvez nunca mais venha a ter um risco tão grande, um risco tão insalubre para aquelas pessoas que trabalham nessa área de enfrentamento como está acontecendo agora!” enfatizou.

Evaldo também falou que a justificativa do poder municipal para o não pagamento do máximo de insalubridade para os profissionais da saúde que estão na linha de frente foi a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Porém, segundo ele, essa mesma LRF não foi considerada no projeto de lei enviado à Câmara criando uma gratificação/remuneração para os médicos: “Qual foi a justificativa dada pra esta casa pela gestora? Que não podia fazer o pagamento da insalubridade de quarenta por cento porque estava acima da LRF [...] Poucos dias depois, sei lá, menos de um mês depois a mesma prefeita, o mesmo município, um pouco mais acima da LRF que já contratou mais algumas pessoas, manda pra essa casa um projeto de lei criando uma gratificação, uma remuneração, o termo pouco importa para os médicos” denunciou Evaldo.

Antes de finalizar sua fala, o vereador falou sobre o transporte universitário. Evaldo comentou uma fala da prefeita Janielma Souza em uma live em que a prefeita comentou que “o transporte universitário não é obrigação do município”. No entanto, para o vereador Evaldo: “A obrigação do município é com a educação básica, no caso de Petrolândia até o 9° ano [...] Mas me diga, quantas faculdades tem aqui no município? Eu mesmo respondo, nenhuma! Onde tá a Universidade Federal Rural que ia ficar na escola agrícola? Foi pra Serra Talhada! Onde está a Univasf, a Universidade do Vale do São Francisco que vinha pra cá? Tá em Paulo Afonso lá perto do Detran! [...] Não é obrigação, não é obrigado, mas seria uma obrigação moral do município ofertar aos seus munícipes o transporte universitário”. 

E continuou: “Investir no estudo universitário, investir nos jovens que querem fazer universidade não é gasto, é investimento. Eles vão trazer conhecimento de volta pra o nosso município. Então eu concordo, não é uma obrigação do município, legalmente não é! Mas quem só faz porque é obrigado, não é gestor, gestor é quem dá um passo a frente!” finalizou professor Evaldo.

Assista o discurso na íntegra:


Redação: Ronald Torres | Vídeo: Alex Santos | Foto: Adrian Ramon

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Comente!