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domingo, 26 de julho de 2020

Petrolândia: Sindicato dos Servidores Municipais (SINSEMP/PE) e SINDRAS encaminha Carta Aberta aos servidores e a sociedade sobre o movimento "Insalubridade, Já"

Foto: Léo Lins

Em Petrolândia, sertão de Pernambuco, profissionais que estão na linha de frente no combate ao Coronavírus reivindicam o reajuste da gratificação por insalubridade para os 40% enquanto durar a pandemia e, consequentemente, debater a permanência do valor.

A campanha “Insalubridade, Já!” ganhou força com uma manifestação pacífica em frente à prefeitura com apoio de muitas lideranças e deputados. No último dia 24 de Junho a prefeita Janielma Souza (PSB) recebeu lideranças do movimento e, em carta aberta, o Sindicato dos Servidores Municipais de Petrolândia (SINSEMP) e o Sindicato Intermunicipal dos Agentes de Saúde (SINDRAS) apresenta o resultado da reunião:

CARTA ABERTA AOS SERVIDORES MUNICIPAIS E A SOCIEDADE
           
Uma semana depois do ATO PACÍFICO realizado na frente da prefeitura, em prol dos 40% de insalubridade para os Servidores Municipais, os representantes do Sindicato dos Servidores Público Municipal de Petrolândia-PE-SINSEMP/PE e do Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde e Endemias- SINDRAS, se reuniram no dia 24 de julho com a prefeita do município, onde mais uma vez reivindicaram os 40% de insalubridade fixa para os servidores municipais, pois vem há anos recebendo apenas o mínimo que é 10%. Assim como a concessão de gratificação funcional aos Profissionais da linha de frente no combate ao COVID19.

O presidente do SINDRAS Isaque Almeida, defendendo os Agentes Comunitário de Saúde e Endemias, afirmou que tem laudos técnicos que comprovam que esses profissionais tem direito à insalubridade fixa e durante anos vem lutando para que seja pago, mas até o momento não obteve êxito, citou a PL 1402/20 que concede grau máximo para ACS e ACE que estão atuando na prevenção e combate do novo corona vírus.

Representando o SINSEMP/PE Roberto Martins, ressalta, a luta pela insalubridade/periculosidade, bem como as propostas realizadas nas reuniões, onde o município ficou de ver a viabilidade e não houve uma contra proposta, isso desde junho de 2016, sendo mais do que justo que esses profissionais sejam reconhecidos e valorizados.

A prefeita explicou que diante da situação apresentada no quadro geral do município, no momento, “não existem recursos financeiros suficientes para conceder os 40% fixos de insalubridade aos servidores”, como também, precisa se atentar para a Lei de Responsabilidade Fiscal-LRF. Quanto a gratificação para os profissionais da linha de frente no combate ao COVID 19, ficou acordado que aguardaria o novo repasse, e seguindo orientações, sentaria com os representantes presentes para apresentar uma proposta.

As funcionárias públicas Maria Helena e Fabiane Kelly, reforçaram as reivindicações apresentadas, a insatisfação e revolta dos servidores, de não haver até o momento nenhuma proposta, como também questionaram o porquê dos profissionais de municípios vizinhos que dispõem de menos recursos, e mesmo assim, pagam a insalubridade de 20%, o que torna um fator desmotivante para os nossos profissionais que apenas recebem o mínimo, 10%. No que foi reforçado pelo presidente do SINDRAS e representante do SINSEMP/PE.

Infelizmente não era essa a resposta aguardada pelos servidores, ficaremos atentos aos repasses e persistiremos na luta pelos 40% de insalubridade.
     
“Quem estende a mão para cuidar, também levanta a mão para lutar!”

Via Blog Gota D' Água/Assessoria SINSEMP-PE

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