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quarta-feira, 24 de junho de 2020

Sem anúncio prévio, Mário Frias toma posse como novo secretário de Cultura


O Ministério do Turismo informou que o ator Mário Frias tomou posse nesta terça-feira (23) como novo secretário de Cultura.

O ato de assinatura do termo de posse foi fechado e informado pelo ministério em uma rede social na noite desta terça, somente após ter acontecido. De acordo com a Secretaria de Comunicação, não houve a presença da imprensa, e o ato ocorreu no gabinete do ministro Marcelo Alvaro Antonio.

Antecessora de Mário Frias na secretaria, a também atriz Regina Duarte teve direito a uma cerimônia no Palácio do Planalto quando tomou posse, aberta a dezenas de convidados e com discurso do presidente Jair Bolsonaro.

Frias tem 48 anos de idade e é o quinto secretário de Cultura do governo federal em 17 meses. Nesse período, a Secretaria de Cultura já passou pelo comando de: Regina Duarte, Roberto Alvim, Ricardo Braga e Henrique Pires (clique no nome do ex-secretário para relembrar o que motivou a saída).

Nas redes sociais, Mário Frias é um defensor de Bolsonaro e compartilha publicações de políticos aliados do presidente.

A pasta é vinculada ao Ministério do Turismo e herdou a estrutura do Ministério da Cultura, extinto por Bolsonaro.

Cabe à Secretaria de Cultura lidar com temas como economia criativa, direitos autorais, preservação do patrimônio histórico e democratização do acesso a teatros e museus, por exemplo.

A missão dada por Bolsonaro a Frias envolve comandar um orçamento de R$ 366,43 milhões em 2020 – 36,6% menor que os R$ 578,3 milhões do ano anterior. Os valores não incluem a verba das sete entidades vinculadas à secretaria, que são as seguintes:

Agência Nacional do Cinema (Ancine), responsável por fomento, regulação e fiscalização do mercado audiovisual;
Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), responsável pela gestão de 27 museus federais e pela política nacional do setor;
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), responsável pela gestão do patrimônio cultural brasileiro;
Biblioteca Nacional, responsável por “coletar, registrar, salvaguardar e dar acesso à produção intelectual brasileira”;
Fundação Casa de Rui Barbosa, criada para divulgar a vida e a obra do jurista – um dos principais intelectuais da história do Brasil;
Fundação Nacional de Artes (Funarte), criada para promover e incentivar o desenvolvimento e a difusão das artes no país;
Fundação Cultural Palmares, voltada à promoção e à preservação da influência negra na formação da sociedade brasileira.

Via PE Notícias


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