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segunda-feira, 22 de junho de 2020

Em Pernambuco, ministro diz que governo Bolsonaro estuda retomada da Transnordestina ainda em 2020


O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, disse que as obras da Ferrovia Transnordestina podem retornar em 2020. No entanto, não há data, pois o governo federal tenta relicitar o trecho que corta Pernambuco para que as atividades sejam retomadas. Já no Ceará, o canteiro de obras será visitado pelo presidente Jair Bolsonaro na próxima sexta-feira (26).

“O trecho de Pernambuco, fazemos as tratativas para retirar da concessão já que a empresa teve dificuldade de prosseguir. A ideia é relicitar esse ano e já há interessado para que não haja descontinuidade da obras. A ideia é entregar para a iniciativa privada”, explicou na manhã desta segunda-feira (22).

O ministro está em Pernambuco onde inaugurou a nova sede da Codevasf em Petrolina, com a presença da família Coelho. Durante o ato, foram assinadas liberações de recursos que somam R$ 17,8 milhões para a construção de cinco barragens nos municípios de Cabrobó, Cedro, Parnamirim, Santa Maria da Boa Vista e Terra Boa.

No projeto da Transnordestina, o empreendimento ligaria o Sertão ao Litoral, começando na cidade de Eliseu Martins, no Sul do Piauí, seguindo até Salgueiro, Sertão do Estado. Lá, a ferrovia se divide em dois trechos: um que corta Pernambuco e deveria chegar ao Porto de Suape – no Grande Recife – e o outro iria até o Porto de Pecém, nas proximidades de Fortaleza, no Ceará. As obras foram iniciadas em 2006. Agora, tem cerca de mil homens trabalhando em alguns trechos do Ceará e do Piauí, segundo o Ministério da Infraestrutura.

A Ferrovia Transnordestina é um dos empreendimentos mais estruturadores da economia do Nordeste. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) chegou a recomendar que fosse declarada a caducidade da concessão da Transnordestina Logística S.A. (TLSA), uma subsidiária da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), que tem a concessão para explorar o serviço ferroviário em todo o Nordeste.

Dos 1.752 quilômetros da ferrovia, foram implantados cerca de 600 km. Uma parte do que aparece como concluído nos documentos foi feito pela metade com os trilhos assentados em cima do barro, em 2016. As obras ficaram quase que totalmente paradas depois de 2014.

A intenção do governo federal é excluir o trecho pernambucano seria para “livrar a concessionária” das obrigações de investimento, de acordo com o ministro. Caso o concessionário tenha que fazer apenas a parte do Ceará, o investimento sairia dos R$ 7 bilhões e ficaria em torno dos R$ 4 bilhões.

Via PE Notícias

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