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quarta-feira, 11 de março de 2020

Em discurso na Câmara de Petrolândia, Vereador Evaldo Nascimento faz alerta sobre o aumento de Baronesas no Lago de Itaparica "Daqui a algum tempo se nada for feito, a água do nosso município irá ficar imprópria para o consumo humano" [Vídeo]


O primeiro secretário da Câmara Municipal de Petrolândia, o vereador Evaldo Nascimento, mais conhecido como professor Evaldo (PSD) em seu discurso no Plenário Ver. Pedro Cavalcante da Silva, em Sessão Ordinária realizada no último dia 28, na Câmara Municipal de Petrolândia, entre outros assuntos, iniciou a sua fala alertando para o problema no aumento da quantidade de plantas conhecidas como Baronesas no lago de Itaparica. Segundo o vereador, se algo não for feito em relação ao problema, num futuro próximo a água que a bastece a cidade de Petrolândia pode se tornar imprópria para consumo

Nas palavras de Evaldo: “A situação que se encontra o lago de Itaparica no município de Petrolândia de uma ponta a outra é de deixar as pessoas assustadas. Daqui a algum tempo se nada for feito, a água do nosso município ira ficar imprópria para o consumo humano. E aí é um problema muito mais grave do que a gente pode imaginar” disse.

Sobre a reforma das escolas municipais, o vereador Evaldo disse em seu discurso que gostaria de elogiar as reformas feitas e entregues pela atual gestão, mas, que a maioria das reformas são feitas fora do período correto e entregues muitas vezes inacabadas. Segundo ele: “Foram reformadas algumas escolas com recursos do Fundeb, mas, no entanto a climatização não aconteceu. Climatizaram algumas e outras não. Qual a justificativa se tem recurso do Fundeb na conta pra finalizar?”

Sobre a ampliação da rede para fornecimento de energia elétrica para abastecer as escolas, o vereador criticou a demora da prefeitura em efetuar o pagamento à Celpe da(s) taxa(s) da ampliação da rede elétrica da Escola Dr. Francisco Simões, necessária para a climatização das salas de aula: “O município não sabia que para poder a Celpe vim ligar a energia que ela fez a ampliação pra colocar o transformador tinha que pagar uma taxa. E aí se pagou a taxa no dia vinte e dois de janeiro. A gente cobrando se pagou a taxa dia vinte e dois de janeiro [...] Porque não pagou em dezembro pra acontecer em janeiro? E aí a resposta dela foi o seguinte, foi pago dia vinte e dois de janeiro e a Celpe tem vinte dias pra ligar, os vinte dias já passaram, e não foi ligado! [...] Porque não foi atrás da Celpe pra vim ligar já que já foi pago a taxa?” criticou Evaldo.

Antes de finalizar, Evaldo fez um apelo a gestão municipal em relação a aproximação da gestão com a população, o popular corpo a corpo. Para Evaldo, a gestão deve estar mais próxima do povo: “A gente precisa no nosso município ter uma gestão que olhe pro povo. Uma gestão que ande na rua pra ver o povo, né? Que ande nas agrovilas” finalizou.



Redação: Ronald Torres/Colaborador|Vídeo: Adrian Ramon


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