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quarta-feira, 5 de junho de 2019

Internações de vítimas do trânsito aumentam mais de 700% em Pernambuco


Pernambuco não fugiu à regra da mutilação evitável – podemos definir assim porque, com certeza, muitos desses feridos estavam em episódios que poderiam ter sido evitados. Ao contrário, teve destaque negativo no ranking do CFM e foi o segundo Estado brasileiro, proporcionalmente comparando (número de habitantes), a registrar o maior crescimento no número de internações hospitalares: um salto de 725% na última década. Ficou atrás apenas de Tocantins, na Região Norte do País, que teve o pior cenário de todos: saiu das 60 internações, em 2009, para 1.348, no ano passado (aumento de 2.147%). No País como um todo, houve um crescimento de 33% na quantidade de internações entre 2009 e 2018.

É preciso ver além do óbvio, do que todos geralmente conseguem ver. Foi isso que fez o Conselho Federal de Medicina (CFM), dentro daquele que é seu papel, é lógico, quando divulgou recentemente a pesquisa sobre o custo com os feridos em “acidentes de trânsito” – muitos não são acidentes, é preciso sempre registrar – para a saúde pública do Brasil na última década. Um prejuízo de R$ 3 bilhões pago pelo cidadão brasileiro, não esqueçam. O CFM foi além numa tentativa de chocar o País pelo aspecto financeiro, já que a média de 30 mil a 40 mil mortes anuais nas avenidas e estradas do País não incomodam mais. Ou incomodam pouco. O levantamento mostra que foram 1,6 milhão de feridos e mutilados entre 2009 e 2018. E, por ano, uma média entre 125 mil e 182 mil mensais. É como se, a cada hora, 20 pessoas dessem entrada em uma unidade de saúde feridas gravemente no trânsito brasileiro. Chocados?

Via PE Notícias

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