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sexta-feira, 10 de maio de 2019

Pé-mão-boca: doença atinge principalmente crianças, mas apesar do incômodo não é grave


O jornalista Raul Aguiar não imaginava que levar seu filho Heitor de 3 anos para brincar no parque ia causar tanta preocupação. Ao chegar em casa, no bairro de São Cristóvão, a criança apresentou febre, dor de garganta e muita coceira. A primeira ida ao médico, dois dias depois, não constatou a causa. Daí em diante os sintomas pioraram e só na segunda visita ao especialista o diagnóstico foi dado. Se tratava da síndrome boca-mão-pé, que ganhou destaque nos últimos dias pela quantidade de crianças infectadas em Salvador.

“Ele fazia muita queixa de coceira. A gente não sabia o que era. Achamos que fosse catapora, ou alguma alergia a algo que ele tinha comido. Só descobrimos na hora, foi uma surpresa saber que se tratava de um vírus novo e que várias mães já tinham relatado que seus filhos estavam com os mesmos problemas”, detalha o jornalista.

A coordenadora da ala pediátrica do Hospital Santa Izabel, Rita Mira, explica que a doença é causada pelo vírus coxsackie, da família dos enterovírus. Ela afirma que dificilmente um adulto é infectado e a disseminação maior se dá mesmo nos mais jovens.

”A criança costuma ficar como toda síndrome viral, com febre muito alta, dores no corpo e cabeça, mialgia [dores musculares], e depois de 24 a 48 horas de febre alta, aparece aftas na boca e lesões que se espalham pelo corpo, e se concentram mais nos pés e nas mãos, caracterizando o nome da síndrome”, explica a pediatra.

Depois do uso de alguns antialérgicos recomendados pelo médico, Heitor ficou melhor, mas ainda com algumas marcas: “Todos os remédios agiram muito bem ficando apenas poucas manchas no corpo dele”, diz Raul.

Mesmo sendo uma enfermidade de difícil identificação, Rita Mira recomenda que os cuidados sejam os mesmos que se tomam para não adquirir uma virose altamente contagiosa, que é, principalmente, evitar o contato direto com a pessoa que está doente.

A equipe do Varela Notícias entrou em contato com a Secretaria de Saúde de Salvador para saber mais detalhes sobre os números da doença na cidade, mas a pasta informou que como se trata de um surto causado por uma doença nova e que não é algo grave, que ponha em risco a vida dos infectados, não há dados para serem divulgados. Portanto não há registros que indiquem quantas pessoas foram infectadas e nem onde os casos são mais freqüentes na capital baiana.

Via Varela Notícias

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