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segunda-feira, 15 de abril de 2019

Senador FBC sobre 100 dias do Governo Bolsonaro: “Perspectivas positivas”

Foto: Gabriel Siqueira/Blog do Carlos Britto

Líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) não saiu do lugar comum ao analisar os 100 primeiros dias da gestão do presidente Jair Bolsonaro. Em entrevista à imprensa local na última sexta-feira (12), por ocasião da visita do ministro Gustavo Canuto (Desenvolvimento Regional) a Petrolina, FBC afirmou que a gestão de Bolsonaro, como todo governo que se inicia, “tem acertos e dificuldades”.

Entre os acertos, o senador governista destacou o Plano Nacional de Segurança Hídrica (PNSH) – lançado por Canuto em Petrolina na última sexta – e o Plano de Desenvolvimento Regional do Nordeste. Mais especificamente em Pernambuco, ele citou a liberação de recursos para a Adutora do Agreste, a retomada das obras da Adutora do Pajeú e a continuidade do Pontal Sul (em Petrolina).

“A área regional caminhou bem e tem um desafio, que é o Programa ‘Minha Casa Minha Vida’, no sentido de não haver a paralisação das obras, tendo em vista o contingenciamento a que foi submetido o Orçamento Federal. A área de infraestrutura deu um grande salto com novas concessões aeroportuárias. Recife é um belo exemplo, e Petrolina vem a seguir (…)novas concessões rodoviárias, a primeira concessão ferroviária dos últimos 12 anos. E notícias na área social de grande importância. Primeiro, o resgate do compromisso do presidente Bolsonaro de pagar o 13º salário do Bolsa Família”, frisou.

Fernando lembrou ainda do aumento anunciado pelo presidente no auxílio financeiro às prefeituras para as equipes do PSF, inclusive permitindo que algumas unidades de saúde possam trabalhar até às 19h e 22h. Citou também o apoio à base de Alcântara (MA), que permitirá ao Brasil abrir mercado na indústria aeroespacial e convênios feitos por Bolsonaro em sua recente visita a Israel – entre eles o que viabilizará um programa de dessalinização da água salobra no Nordeste.

Dificuldades

O senador frisou, no entanto, que as arestas do governo nesses 100 primeiros dias estão sobretudo na parte política, mas se mostrou otimista de que essa questão fluirá de forma positiva. “O governo ainda está definindo quais serão os critérios de relacionamento com a base política na Câmara e no Senado. Mas desde que o presidente Bolsonaro tomou a iniciativa de abrir diálogo com os presidentes de partido e líderes partidários, eu considero que o ambiente melhorou muito”, avaliou.

A prova de fogo, nesse início da gestão, é a reforma da Previdência. “Estamos animados que nos próximos 30 dias teremos apoio suficiente para fazer o teste nessa base do governo na votação, primeiro na Comissão Especial da Câmara, votando o texto que vai ser sugerido antes de ir a plenário, o que deve ocorrer no início de junho”, concluiu.

Via Carlos Britto




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