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sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Marina Silva dispara contra Temer e Dilma no JN: farinha do mesmo saco


A ex-senadora da República Marina Silva, presidenciável da Rede Sustentabilidade, disse nesta quinta-feira (30), em entrevista ao Jornal Nacional, que a ex-presidente Dilma (PT) e o presidente Michel Temer (MDB) “são farinha do mesmo saco” ao ser perguntada sobre sua posição a respeito do impeachment. A candidata ainda afirmou que o chamado “centrão” realiza “corrupção braba mesmo”.

“Impeachment não é golpe. Dilma e Temer são farinha do mesmo saco, angu do mesmo caroço, cometeram o mesmo crime. Nós defendíamos a cassação da chapa”, justificou Marina ao ser perguntada sobre a posição da Rede Sustentabilidade em relação ao impeachment. “Hoje a política se dá com decisões compartilhadas.”, completou.

Ao ter sua liderança no partido que funou questionada por William Bonner, a candidata rebateu. “Ser líder não é ser dono do partido. Ser líder é aquele capaz de dialogar com os diferentes. Liderar não é ter todo mundo debaixo do mesmo guarda-chuva”, afirmou fazendo um elogio ao ex-presidente Itamar Franco. “O Itamar Franco experimentou isso, ele não tinha base. Ele conseguiu juntar pessoas de diferentes partidos. Eu vou ser um governo de transição”.

Sobre ter apoiado Aécio Neves (PSDB) no segundo turno de 2014, a candidata disse que não votaria no tucano atualmente. “Aqui cada um de nós votou em alguém. Alguém escolheu um candidato de 2º turno. Não teríamos votado se tivesse as informações da Lava Jato. Todos eles, Aécio e Dilma, praticaram a crime de caixa 2. Hoje não teria votado em Aécio”, contou.

Marina Silva ainda falou que o chamado “centrão” busca mais que alianças. “Mais do que isso, é corrupção braba mesmo”, disparou.

A candidata encerrou a entrevista dizendo que o Brasil que ela quer para o futuro é um País sem desemprego. “Muita gente me admira como uma pessoa que é exceção. Mas não quero um país de exceções, quero um país de regras. O Brasil que quero pro futuro é o país onde nenhuma pessoa tenha que passar pela humilhação de não ter emprego. Sou mulher, negra, fui doméstica, muita gente acha que pessoa com minha origem acha que não tenho capacidade pra ser presidente”, concluiu.

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