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terça-feira, 14 de agosto de 2018

Ex-presidente de Câmara de Vereadores em Pernambuco é líder de quadrilha que fraudou licitações, diz polícia


Um ex-presidente da Câmara de Vereadores de Paulista, no Grande Recife, é apontado pela Polícia Civil como líder de uma quadrilha responsável por fraudes em licitações, lavagem de dinheiro, corrupção, uso de documentos falsos e peculato. Iranildo Domício de Lima foi um dos alvos da Operação Chaminé, que cumpriu quatro mandados de prisão e 10 de busca e apreensão.

Segundo a corporação, a quantia desviada pelo grupo, entre 2013 e 2105, chega a R$ 700 mil. Os detalhes foram apresentados em entrevista coletiva, na sede da Polícia Civil, no Recife, nesta segunda-feira (13).

De acordo com a Polícia Civil, Iranildo é investigado por receber dinheiro de empresários da construção civil para favorecê-los em licitações. Segundo a polícia, também teria se apropriado de verbas destinadas a obras na Câmara de Vereadores.

Também forram presos, na sexta-feira (10), a advogada Lúcia Maria do Nascimento, o empresário da construção civil Elias Ulisses da Silva, além de Mauro Monteiro de Melo e José Roberto Santos Silva.

Lúcia atuava como integrante do conselho de licitações da Câmara de Vereadores de Paulista, segundo a polícia. A investigação aponta que a conta bancária dela foi usada para lavar o dinheiro desviado nas licitações fraudulentas.

Elias, segundo as investigações, entregou dinheiro ao ex-presidente da Câmara para ganhar licitação e usou documentos falsos durante a concorrência, enquanto Mauro seria sócio oculto de Elias e utilizaria documentos falsos para praticar as fraudes. José Roberto, conhecido como Bebeto, seria um “laranja” do ex-presidente da Câmara de Vereadores e é dono de uma empresa de fachada usada pelo político.

Durante a entrevista, o delegado Diego Pinheiro apontou que o grupo participou de quatro licitações, três envolvendo obras e uma para fornecimento e material de expediente. Os suspeitos, segundo o delegado, negam envolvimento nas fraudes, que teriam sido convocadas por Iranildo.

“Eles colocavam três empresas na concorrência para dar a impressão de que era tudo legítimo, mas foi tudo montado”, disse o delegado.

A empresa pertence a Elias e foi representada por Monteiro em uma das licitações, com obras orçadas em R$ 130 mil. “Era uma empresa de fachada e funcionava em um depósito de água mineral. Além disso, Elias e Monteiro usavam carimbo e documentos falsos de um engenheiro para entrar nas concorrências. Apreendemos material que comprova que o grupo pretendia participar de novas licitações em Camaragibe e São Lourenço da Mata”, explicou Pinheiro.

A polícia informou que a apenas uma das empresas ganhou, ao todo, 12 licitações realizadas por órgãos públicos no estado. Os empenhos somaram R$ 5 milhões. “Pelo menos R$ 400 mil circularam pelas contas de Lúcia em menos de três meses. E os envolvidos não conseguiram explicar essa movimentação financeira”, afirmou.

A operação Chaminé foi desencadeada a partir de denúncias feitas ao Ministério Público (MPPE) sobre a precariedade do prédio da Câmara de Paulista. Os promotores foram informados que , mesmo com obras licitadas, o imóvel ainda apresentava problemas estruturais.

Iniciada em abril de 2018, a Operação foi batizada de Chaminé em referência a cidade do Paulista, conhecida como cidade das chaminés. Os policiais cumpriram mandados em Paulista, Abreu e Lima, Igarassu, Araçoiaba e Jaboatão dos Guararapes.

Anna se mudou da Romênia para Londres para estudar, mas acabou sequestrada e levada para a Irlanda, onde passou nove meses em cativeiro.

Cargueiro estava a 15 quilômetros da entrada do Porto de Santos. Policiais federais, militares da Marinha e equipes da Receita Federal encontraram 1,3 tonelada de cocaína a bordo.

Silas Barreira Borges, de 23 anos, é amigo do principal suspeito do assassinato, Iury Mendanha. Patrícia Aline dos Santos foi encontrada morta em um matagal de Palmas.

Homens e mulheres podem concorrer a 16 vagas para cadete. Edital diz que candidato ‘não pode emocionar-se facilmente’; especialistas afirmam que critério é discriminatório e subjetivo, e PM diz que houve interpretação equivocada. Com foto e informações do G1.