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domingo, 22 de julho de 2018

PSOL confirma Guilherme Boulos para disputa da Presidência


Coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) disputará a Presidência pela primeira vez. Ele foi escolhido por aclamação durante convenção nacional neste sábado (21), em SP.

Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) confirmou em convenção nacional neste sábado (21), em São Paulo, a escolha de Guilherme Boulos, de 36 anos, como candidato à Presidência da República. O coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) foi escolhido por aclamação pelos filiados que participaram do evento. Ele disputará a Presidência pela primeira vez.

A chapa terá como candidata a vice-presidente a ativista indígena Sônia Guajajara, também do PSOL. A candidatura de Boulos teve apoio de setores sociais, como os sem-teto, e os movimentos LGBTI, feminista, negro, entre outros.

Participaram do evento lideranças do PSOL, como os deputados federais Ivan Valente (SP) e Luiza Erundina (SP), as vereadoras Sâmia Bonfim (SP) e Talíria Petrone (RJ) e os deputados estaduais Carlos Giannazi (SP) e Marcelo Freixo (RJ).

No primeiro discurso como candidato, Boulos disse que pretende, se eleito, combater privilégios. “Temos que dizer com todas as letras: não se avança em direitos sociais e políticas para o povo se não for enfrentando os privilégios do 1%. Temos lado. Essa candidatura tem lado, e é ao lado dos 99%.”

Disse que vai priorizar a revisão de políticas atuais do governo federal, como a reforma trabalhista. “Primeiro compromisso, e esse é um ponto fundamental para campanha que vamos fazer: revogar os atos desse governo de Michel Temer.”

O atual presidente também foi citado quando Boulos defendeu o combate à crise econômica. “Enfrentar o golpe e tirar o país da crise que a quadrilha do Michel botou”.

Na área da habitação, prometeu implementar uma política habitacional nacional “para desapropriar prédio vazio como muitos no centro dessa cidade”. “Gostem eles ou não, queiram eles ou não, vamos nos apropriar dos muitos prédios vazios e fazer moradia popular. Porque trabalhador também pode morar em lugar bom. Trabalhador também tem direito”, afirmou.