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sexta-feira, 8 de junho de 2018

A Rússia que 72.500 torcedores do Brasil vão encontrar na Copa do Mundo


Até maio deste ano, mais de 72.500 ingressos para a Copa do Mundo Rússia 2018 foram adquiridos por brasileiros – o número coloca o país atrás apenas de russos (871.797 entradas) e americanos (88.825) no ranking de maiores compradores do Mundial, que totaliza mais de um milhão e meio de ingressos vendidos na última parcial divulgada. Visto que os torcedores do Brasil prometem “invadir” a maior nação do mundo em território, o EL PAÍS preparou um guia com informações a respeito das cidades que receberão a competição mais importante do futebol. Mas antes, é bom lembrar que as temperaturas na Rússia, ainda que seja verão durante a Copa, tem temperaturas mais amenas que a do Brasil. Os russos são afáveis, mas vivem suas idiossincrasias que podem constituir um choque cultural. Herdeiros do socialismo e a da guerra fria que imperou no século XX, têm uma visão planetária diferente da quem está no Ocidente e em especial do Brasil, onde o eixo central do mundo são os Estados Unidos. Os russos, ao contrário, entendem sua grandiosidade em contraposição aos americanos. Nada que uma vodca não ajude a quebrar o gelo. A população russa gosta de beber e de fazer amizades e tem apreço pelo Brasil.

Não é necessário, desde 2010, vistos para cidadãos brasileiros que desejam entrar na Rússia, contanto que o intuito da viagem seja somente turístico e o tempo de estadia não ultrapasse os 90 dias. A circulação no território russo não tem restrições, a não ser que o turista permaneça na mesma cidade por mais de sete dias seguidos – neste caso, deverá ser preenchido um formulário de Registro Migratório, normalmente encontrado nos hotéis do país e no momento do desembarque. Nenhuma vacina é exigida para visitantes brasileiros, apesar de recomendada; a carteira internacional de vacinação pode ser solicitada por autoridades russas de Imigração na entrada do país.

O Rublo russo, moeda oficial do país-sede, pode ser adquirido em conversão direta do real, dólar ou euro; para estas últimas duas moedas, ela pode ser feita na chegada ao país. Para mais informações, a Embaixada Brasileira na Rússia disponibilizou uma página com contatos de emergência e procedimentos necessários para a visita de turistas e uma cartilha de 134 páginas com mais informações sobre o que evitar no país, documentos, clima e moeda. Serão abertos, ainda, cinco novos postos consulares na Rússia para garantir assistência aos brasileiros, nas cidades de Kazan, Samara, Rostov, Sochi e São Petersburgo.

Quanto ao transporte para o país-sede, existem voos de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, Fortaleza e Belo Horizonte para as duas maiores cidades da Rússia: Moscou e São Petersburgo. Os voos duram de 13 a 16 horas na média, todos com escala nos Estados Unidos ou em países da Europa. Entre as duas cidades, que estão a 700 km de distância, um trem-bala faz o percurso em menos de duas horas. Para as outras cidades-sedes, são recomendados os deslocamentos por avião, por trem ou por carro alugado; a cidade mais próxima, Níjni Novgorod, está a pouco mais de 400 km da capital. A mais longe, Ecaterimburgo, está a quase 1.800 km de Moscou.

Caso a opção feita seja pelo carro, a carteira de habilitação do Brasil tem validade na Rússia, mas precisa ser expedida por um DETRAN, traduzida em russo e autenticada nos consulados do Brasil ou do país europeu. A carteira de habilitação internacional também pode ser usada. Não existem muitas diferenças entre o modo de dirigir brasileiro e o modo de dirigir russo; apenas que, lá, o limite de velocidade nas rodovias varia entre 60 km/h e 90 km/h.

Via PE Notícias