CLIMAGEM

CLIMAGEM

JAQUES

JAQUES

BANNER MORIÁH

BANNER MORIÁH

CHURRASCARIA E HOTEL NILSON

CHURRASCARIA E HOTEL NILSON

CONVENIÊNCIA BODEGA DA VILLA

CONVENIÊNCIA BODEGA DA VILLA

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Micro-ônibus que capotou na BR-101 Sul era clandestino, diz Sindicato

Micro-ônibus capotou na BR-101 Sul, em Jaboatão/Foto: Paullo Allmeida/Folha de Pernambuco

O micro-ônibus que capotou na BR-101 Sul na noite dessa quarta-feira (17), em Jaboatão dos Guararapes, transportando estudantes universitários era clandestino de acordo com o Sindicato de Transporte Escolar do Estado de Pernambuco (Sintespe). O acidente resultou na morte de uma estudante universitária de 19 anos e deixou 15 alunos feridos.

O veículo havia saído da Faculdade dos Guararapes, em Jaboatão dos Guararapes, com destino ao Cabo de Santo Agostinho, mas capotou no km 84 da BR-101, próximo à fábrica da Vitarella, no bairro de Prazeres, por volta das 22h30 dessa quarta-feira (16). 

Segundo a assessoria de imprensa do Sindicato, o veículo não era vistoriado pelo Departamento de Trânsito do Estado de Pernambuco (Detran-PE) ou pela Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho. Além disso, o motorista não seria qualificado para a função.

O assessor do Sintespe, José Bezerra dos Santos, informou que o veículo não estava regularizado junto à Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho, onde apenas 17 veículos em operação estão autorizados a fazer o tarnsporte. "Mais de 70% dos que operam na cidade com transporte escolar são irregulares", assegura Bezerra.

De acordo com o assessor, os motoristas precisam apresentar atestados de antecedentes criminais e de capacidade física e mental, curso de condutor escolar (oferecido pelo Sest/Senat) e o relatório de pontuação no Detran para obter a autorização municipal ou estadual.

Quando o município não possui lei própria para o transporte escolar, segundo o assessor, o órgão estadual de trânsito - Detran - realiza as vistorias e emite as autorizações. "Estamos solicitando à Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), que oriente os municípios a criar sua legislação", afirma Bezerra.

Via FolhaPE