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CONVENIÊNCIA BODEGA DA VILLA

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sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Em Pernambuco PSB e oposição travam disputa mesmo é pelo lulismo


O PSB e o palanque da oposição estadual não disputam uma aliança do PT. A sigla socialista é quem está em claro diálogo para atrair o partido petista em 2018 e há quatro ministros do governo Michel Temer (PMDB) e um senador muito ligado a ele, Fernando Bezerra Coelho (PMDB), na oposição – sem falar no senador Armando Monteiro (PTB). Mas um fenômeno fica evidente: a indisposição dos nomes no tabuleiro majoritário de brigar com o ex-presidente Lula (PT). É o oposto: todos fazem gestos para Lula, acima de qualquer aliança com o PT.

Apontam às pesquisas, Lula é maior do que a sigla, apesar de sua rejeição ter crescido. E o petista deve fazer a diferença no interior do Nordeste e de Pernambuco, onde é muito popular.

É o motivo de o governador Paulo Câmara (PSB) e a viúva de Eduardo Campos, Renata Campos, mais o prefeito Geraldo Julio (PSB), terem se reunido com Lula. E do deputado federal Jarbas Vasconcelos (PMDB) refrear as críticas ao petista. De Bezerra Coelho, em julho, em Petrolina, discursar defendendo o petista, embora seja aliado de Temer. E de Armando fazer ontem uma defesa ardorosa de Lula, mesmo no palanque com PSDB e DEM em Pernambuco. É o lulismo, não o PT, que está em disputa.

Papel de ex-ministro em destaque

Durante o discurso pró-Lula, Armando Monteiro, que foi ministro da Indústria e Desenvolvimento no governo Dilma Rousseff (PT), recebeu apoio dos senadores Jorge Viana (PT-AC), Lindbergh Farias (PT-RJ) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Todos eles destacaram a coragem da defesa enfática de Lula no Senado.

Via PE Notícias