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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Delegado mata a mulher, uma juíza do trabalho, e se mata em seguida

O crime foi descoberto pelo padrinho da criança, que mora no mesmo prédio do casal, situado na Rua Tucuna

Um crime na madrugada deste domingo (20.08) chocou os moradores de um prédio de luxo, em Perdizes, São Paulo. Afastado da função por problemas de saúde, o delegado Cristian Sant’Ana Lanfredi, de 42 anos, matou a mulher, a juíza titular da 2ª Vara de Direito do Trabalho de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, Claudia Zerati, de 46, com um tiro na nuca. O disparo transfixou na testa. Após o crime, o delegado se suicidou com um tiro na lateral da cabeça.

De acordo com o apurado pelos policiais civis do 91º DP, na Vila Leopoldina, o casal teria se desentendido após Lanfredi se recusar a tomar um dos seus medicamentos, conforme era pedido por Claudia. O delegado e a juíza deixam uma filha de apenas seis anos.

O crime foi descoberto pelo padrinho da criança, que mora no mesmo prédio do casal, situado na Rua Tucuna. As suspeitas começaram quando, as 4h30, Lanfredi tocou a campainha do compadre e pediu para ele ficar com afilhada, pois havia discutido com a juíza e a mesma tinha decidido sair de casa.

O pedido foi atendido. Contudo, ao conversar com a criança, a testemunha tomou conhecimento de que o desentendimento ocorreu porque o delegado não quis tomar o remédio. Desconfiado, o padrinho da criança foi à garagem do condomínio e viu que os dois carros do casal permaneciam estacionados.

Sem arrombamento

Na sequência, a testemunha pediu para o porteiro lhe acompanhar até o apartamento do casal. Lá, encontraram a porta entreaberta, mas sem sinais de arrombamento. Os cômodos estavam devidamente organizados. Contudo, ao entrarem no quarto do casal, os dois encontraram a juíza e o delegado mortos em cima da cama. A arma do crime estava ao lado do corpo de Lanfredi.

Diante de tal cena, as testemunhas acionaram a Polícia Militar e, posteriormente, a Polícia Civil. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) daquela região da Capital Paulista.