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sábado, 3 de junho de 2017

PT elege neste sábado presidente que comandará o partido nos próximos 2 anos


O presidente que sucederá Rui Falcão e comandará o PT nos próximos dois anos será eleito neste sábado (03), último dia do congresso nacional do partido, em Brasília. Os cerca de 600 delegados do partido também vão aprovar um documento com propostas para o país.

São candidatos a presidente do PT a senadora Gleisi Hoffmann (PR), o senador Lindbergh Farias (RJ) e José de Oliveira, que representa um coletivo interno do partido. O atual presidente, Rui Falcão, permaneceu seis anos no posto. A candidatura de Gleisi Hoffmann é considerada a mais forte. Ela é apoiada pela corrente Construindo um Novo Brasil (CNB), da qual faz parte o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Para se dar início à eleição, aos menos 301 dos 600 delegados precisam estar presentes. Vence em primeiro turno o candidato que tiver mais da metade dos votos dos presentes. Haverá segundo turno se nenhum dos candidatos conseguir mais da metade dos votos. Nesse caso, vence aquele que receber o maior número de votos.

Propostas

Além da eleição do novo presidente nacional do PT, o congresso vai debater e votar um documento no qual o partido propõe modificações na estrutura política do país. O texto da carta pode ser alterado durante a discussão, mas a versão final será aprovada ainda neste sábado (03).

No documento, o PT faz críticas à Lava Jato e diz que a operação ajudou a instalar uma “justiça de exceção” com o “objetivo de destruir o PT” e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – a operação já levou à prisão ou denunciou integrantes de outros partidos, como PMDB, PSDB, DEM E PP.

O texto aponta ainda uma "caçada política" a Lula para, segundo o documento, impedi-lo de se candidatar nas próximas eleições presidenciais. De acordo com o texto, a eleição de Lula é condição para revogar as mudanças adotadas pelo governo Michel Temer, classificado como “golpista” e “usurpador”.  

O partido pede a saída de Temer do cargo e defende a realização de eleições diretas. No caso de eleição indireta, o texto afirma que os parlamentares do partido não votarão no Colégio Eleitoral. De acordo com a Constituição, se a Presidência fica vaga nos dois últimos anos do mandato, a escolha do sucessor é feita por deputados e senadores.

O texto do documento faz duras críticas às políticas econômicas de Temer, como a implantação do teto de gastos para as despesas públicas da União, e diz que "o desmonte dos direitos trabalhistas trará o aumento do desemprego, da rotatividade da mão de obra e da precarização", além de uma "queda brutal na renda dos salários no Brasil" e de "inviabilizar a sustentação da Previdência Social".

O partido ressalta que o programa tocado por Temer é o que foi derrotado nas urnas desde 2003. “Trata-se do projeto dos sem-voto”, afirma.

Autocrítica

O documento também traz um balanço dos governos petistas e faz uma autocrítica, ressalvando que houve “erros” e “insuficiências”.

“Ao realizar o balanço deste período, não podemos deixar de enfatizar nossos êxitos. Não porque não tenhamos cometido erros, tampouco porque tenhamos sido exitosos em tudo. Aliás, se fosse assim, o golpe não teria ocorrido e viveríamos no socialismo”, afirma, acrescentando que “está claro que tiveram sucesso no golpe, também devido a nossos erros e insuficiências”.

No documento, o PT reconhece ainda que já cometeu "falhas" durante as candidaturas do partido.

"É preciso reconhecer que falhamos em explicar e convencer o conjunto de nosso eleitorado, que os êxitos obtidos por nossos governos só foram possíveis ali onde conseguimos construir políticas públicas que materializassem uma visão alternativa e antagônica à concepção neoliberal, entreguista e antidemocrática que foi hegemônica na presidência da República, entre 1990 e 2002", conclui o documento.

Do G1