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CONVENIÊNCIA BODEGA DA VILLA

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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Do estupro à morte de Maria Eduarda e a atração sexual por animais; entrevista choca Paulo Afonso (Áudio)

Valdemir Eloi Bonfim, vulgo Bibi, 59 anos confessa e conta detalhes do crime ocorrido em Paulo Afonso que chocou o Brasil. (Foto: PM e PA4.COM.BR) 

Um áudio que circula nas redes sociais de Paulo Afonso mostrando a entrevista do radialista Gil Leal o padrasto preso por estuprar a enteada Maria Eduarda, de apenas dois anos de idade repercute e choca os ouvintes. 

Valdemir Eloi Bonfim, vulgo Bibi, 59 anos confessa e conta detalhes do crime, do início dos abusos sexuais até o momento em que Maria Eduarda passa mal e é levada para o hospital.   Bibi foi ouvido delegada Juliana Fontes, responsável pela Delegacia da Mulher (Deam), nesta segunda-feira, 19, antes de ser conduzido da unidade policial para o Conjunto Penal de Paulo Afonso.   O padrasto morava com a mãe da criança, que estendia roupas no varal quando ocorreu o crime. 

Ele pegou a criança e levou para o banheiro, alegando que iria dar banho nela. Um menino de oito anos e uma menina de cinco anos, filhos da mulher, também estavam na casa quando ocorreu o estupro. A mãe só entrou em casa ao ouvir os gritos da criança, depois do crime.   À delegada, o padrasto contou à polícia que estuprou a menina e resolveu dar banho nela com sabão, quando a criança desmaiou e bateu com a cabeça no vaso sanitário.   No áudio abaixo, a entrevista do padrasto choca. O homem conta detalhes do crime, do início até o momento em que Maria Eduarda passa mal e é levada para o hospital. 

Atenção! As declarações são fortes:   


No segundo áudio, o suspeito disse que, além de ter estuprado a criança, já abusou animais, e que fica atraído quando os ver  cruzando.   “Quando eu vejo um jumento cruzando com uma jumenta, ou então um cachorro transando com uma cachorra, ou um galo correndo atrás de uma galinha, aí eu fico pensando se aquilo dali fosse eu”. 

“Duas vezes eu peguei um animal, a primeira vez foi uma jumenta, meu pai viu, quando cegou em casa ele me deu uma surra, aí depois quando seu estava com 14 anos eu tava com uma burra preta que era do meu irmão, aí eu carregando madeira no mato para fazer carvão, aí eu peguei e fiquei com a burra de novo, meu pai viu de novo que ele tava cortando madeira, chegou na mesma hora e me deu uma surra com chicote de marmeleiro”.  


Via PA4