CLIMAGEM

CLIMAGEM

CONVENIÊNCIA BODEGA DA VILLA

CONVENIÊNCIA BODEGA DA VILLA

LOJA FRANCK ELETRO

LOJA FRANCK ELETRO

FRIGORÍFICO J & R CARNES & CIA

FRIGORÍFICO J & R CARNES & CIA

Italínea

Italínea
BREVE EM PETROLÂNDIA

PANIFICADORA DOCE PÃES

PANIFICADORA DOCE PÃES

CHURRASCARIA COME-SE BEM

CHURRASCARIA COME-SE BEM

SENHORINHA GÁS

SENHORINHA GÁS
O GÁS MAIS BARATO DA CIDADE

LOJA D' BRUM

LOJA D' BRUM

CLÍNICA ODONTOLÓGICA ANTÔNIA LOPES

CLÍNICA ODONTOLÓGICA ANTÔNIA LOPES
CIRURGIÃO DENTISTA DR. FÁBIO LOPES

CLÍNICA E LABORATÓRIO 'JAQUES'

CLÍNICA E LABORATÓRIO 'JAQUES'

POSTO DR COMBUSTÍVEIS

POSTO DR COMBUSTÍVEIS

LANCHONETE PATRIOTA

LANCHONETE PATRIOTA

NEGUINHA SALGADOS

NEGUINHA SALGADOS

Dra. MARIA RAPHAELA COUTO

Dra. MARIA RAPHAELA COUTO

DR. ÉRICO HEBERT

DR. ÉRICO HEBERT

DR. JEFFERSON TÉCIO

DR. JEFFERSON TÉCIO

FRIGORÍFICO JB

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Câmara rejeita urgência à reforma trabalhista. Veja votos dos pernambucanos


Por não atingir os 257 votos, o pedido de urgência para a proposta de reforma trabalhista foi rejeitado nesta terça-feira (18.04). Foram 230 votos favoráveis, 163 contrários e uma abstenção. A rejeição da urgência foi comemorada por deputados da oposição, que gritaram palavras de ordem e criticaram a proposta.

Entra os pernambucanos, o ‘sim’ venceu por apenas um voto. Saiba como se posicionaram os deputados federais do Estado:

Adalberto Cavalcanti (PTB) – Sim
André de Paula (PSD) – Sim
Augusto Coutinho (SD) – Sim
Betinho Gomes (PSDB) – Sim
Carlos Eduardo Cadoca (PDT) – Sim
Creuza Pereira (PSB) – Não
Daniel Coelho (PSDB) – Sim
Danilo Cabral (PSB) – Não
Eduardo da Fonte (PP) – Sim
Fernando Monteiro (PP) – Sim
Gonzaga Patriota (PSB) – Não
Guilherme Coelho (PSDB) – Sim
Jarbas Vasconcelos (PMDB) – Sim
Kaio Maniçoba (PMDB) – Não
Luciana Santos (PCdoB) – Não
Pastor Eurico (PHS) – Não
Ricardo Teobaldo (PTN) – Sim
Severino Ninho (PSB) – Não
Tadeu Alencar (PSB) – Não
Wolney Queiroz (PDT) – Não
Zeca Cavalcanti (PTB) – Não

O relatório do deputado Rogério Marinho (PSDB-RN) sobre a reforma trabalhista amplia o poder dos acordos entre patrões e empregados sobre a legislação; faz ressalvas à recém-aprovada lei sobre terceirização; regulamenta o teletrabalho; e retira da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) a obrigatoriedade da contribuição sindical para trabalhadores e empregadores.

A proposta torna regra geral a prevalência dos acordos coletivos, enquanto o texto original previa a negociação mais forte que a lei em apenas 13 pontos. Agora, pelo texto de Marinho, o rol dos casos de acordo coletivo maior que a legislação é apenas exemplificativo e traz 16 temas, como banco de horas, parcelamento de férias e plano de cargos e salários.

A proposta foi criticada pela oposição. Para o deputado Alessandro Molon (Rede-RJ), haverá perda de direitos com a prevalência dos acordos coletivos. “Imaginem o trabalhador brasileiro ter os seus direitos negociados por um sindicato corrompido e comprado por um setor econômico. Isso vai ter mais força do que a lei. O acordado já pode prevalecer sobre legislado hoje, desde que seja melhor para o trabalhador. Isso não está proibido, se for para garantir mais direitos ao trabalhador, mas, se for para garantir menos, está proibido”, afirmou. “Esta votação mostra que, havendo mobilização da rua, se a sociedade lutar, nós podemos derrotar os projetos deste governo. Tentaram atropelar a votação da reforma trabalhista, mas não conseguiram”, disse ainda o deputado Paulo Pimenta (PT-RS).

O requerimento encurtaria os prazos para votação em Plenário, possibilitando sua análise na próxima quarta-feira. Agora, o projeto precisa seguir os prazos regimentais na comissão que analisa o tema.

Via PE Notícias